Diz a sabedoria popular que não existe almoço grátis. Por isso, as mensagens vistas (cartazes, faixas) e ouvidas (carros-de-som, alto-falantes, rádios) são de interesse de alguém, seja a administração pública, empresários ou qualquer cidadão que deseje notificar a comunidade sobre questões pessoais ou familiares.

Mas o que acontece com as notícias que afetam a vida comunitária, mas nem os governantes nem os comerciantes estão dispostos a pagar pela sua divulgação? Como a informação sobre crises, problemas e denúncias vai alcançar os cidadãos?

Recentemente, as redes sociais da internet passaram a ocupar esta lacuna. Facebook, whatsApp e vídeos do YouTube trazem cada vez mais imagens e vídeos, comentários a favor ou contra e a imensa variedade de informações sobre tudo o que acontece na aldeia global.

Mais do que nunca, no entanto, é preciso cuidado para não cair no conto da internet. Assim como as pessoas hoje passam grande parte do tempo conectadas, percorrendo as páginas do face, outro tanto de gente dedica tempo a inventar esquemas para ludibriar, enganar e tirar muito proveito disso. Não se trata apenas de roubar a senha do banco ou criar páginas fake com ofertas comerciais muito vantajosas (e inexistentes). É no campo da informação, que já tem seus robôs interferindo nos chats e nas páginas pessoais, que as grandes disputas estão acontecendo. Voltaremos ao assunto.

Eduardo Dantas – Jornalista

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